sábado, 2 de outubro de 2010

Vícios Matinais: A história dos video-games e algumas verdades absolutas

Aaaaaaaewwwwwwwww cambaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadaaaaaa!!!!!

Dia de post aqui no blog, portanto tem post aqui hoje. Mas antes de começar o post vamos aos recados: Dentro de uma ou duas semanas o blog passará por algumas mudanças, mudanças de layout, de tipos de post e até mesmo mudanças relacionadas com os temas. Basicamente, a única coisa ruim a ser mantida no blog será o autor.

O outro recado se dá por causa de um novo projeto entre eu e o Negão. Apesar do vagabundo não atualizar o próprio blog, esse projeto terá uma abordagem completamente diferente, tanto daqui do AE quando do NFD. A Ideia (sem acento, estou bondoso hoje) surgiu faz tempo já, mas como somos vagabundos, só começamos realmente a trabalhar nela ontem. Dentro de 8 dias, ou seja, dia 10 de Outubro de 2010 será o lançamento da budega. Não que vocês tenham que ver, é só aviso por questão de educação mesmo.

Enfim, o post de hoje é por influência do meu post no Bacon Frito, então leia o texto lá e volte aqui. Ou não, você que decide. Ou não...

Simbora!!!


Cartucho

Não lembro de ter nenhum desses jogos... mas os cartuchos eram assim.

Todo mundo que teve um video-game de cartucho, ou que teve a chance de jogar um video-game desse tipo, fazia a mesma coisa: soprar o cartucho para ele funcionar. E não era frescura não: para quem não sabe (lê-se "não tem cultura"), o cartucho era basicamente um plug gigante. Por consequência, a poeira entrava nos vãos do conector, o que impedia a leitura do jogo. Tudo muito técnico, mas soprar o cartucho virou um símbolo. Eram tempos nostálgicos aqueles: jogos quadrados, cartuchos, controles com menos de 10 botões. Se você acha incrível um botão abrir um menú nos jogos atuais, saiba que naqueles tempos, um único botão fazia umas 12 ações diferentes.

Claro que o Master System não foi o único console a usar os cartuchos. Teve o Atari antes do MS, o Nintendo 64 e o Mega Drive posteriormente. No ramo dos portáteis, toda a linha Game Boy usava os cartuchos. Soprar o cartucho marcou um período de pelo menos 10 anos na história dos video-games. Virou superstição, acreditem vocês ou não: "Sopra o cartucho se não num funciona!"

Tem um site com esse nome. Não vou falar que leio porque seria mentira, mas quem quiser dá uma olhada por lá.


A geração seguinte

Lá pro início da década de 90, começou a expansão dos video-games portáteis. Foi graças ao sucesso do Game Boy que os chineses resolveram criar aqueles 99 in 1 que já deram milhares de dinheiros para camelôs e lojas de 1,99.

Apesar de os portáteis ainda usarem cartuchos, eles eram muito mais práticos, já que não precisavam de fios e de uma TV para serem jogados. Além de que os cartuchos eram menores e os jogos, melhores. Muitos dos jogos do Game Boy Color eram melhores do que os do Master System.

Meu único jogo do Pokémon para um Game Boy foi o de TCG... sei lá porque, mas sempre começo os jogos com o Squirtle...

Apesar do grande sucesso dos portáteis (que perdura até hoje: o novo Nintendo 3DS tá pra ser lançado), eu considero como uma fase transitória, porque, sejamos sinceros, falar de video-game significa falar de consoles grandes, que você liga na TV e junta os amigos para zerar o jogo que você acabou de comprar.


O CD

Apesar do primeiro video-game a usar um CD ter sido o PC Engine (lá pra 1988), foi só com o PlayStation 1 que o negócio andou de vez.

O PS 1 foi um sucesso gigantesco, tento milhares de jogos lançados e bons 11 anos de produção é, para mim (e como já falei lá no post do Bacon) o Rei dos video-games. Passei anos e mais anos jogando no PS 1. Foi graças à todo esse tempo que quando alguns amigos perguntam "Já jogou X" eu respondo "Já zerei", emputecendo-os.

Joguei pouco na primeira versão do PS 1, meu amigo tinha o PS 1 "Slim" (sei lá se chamavam assim na época, mas tanto faz).

Os jogos em 3D ganharam espaço de vez com o console e viraram o novo padrão dos video-games. O PS 1 comandou os video-games por quase 10 anos, desistituído apenas com a entrada da sexta (sim, a sexta) geração de consoles, que já contavam com a nova mídia: o DVD.


A geração Sony

Atualmente poucas pessoas se lembram, mas o Xbox já foi enorme, pesado, feio e tinha um controle horrível.

Com a Microsoft e a Sony apostando na nova geração a partir da virada do século, iniciou-se o segundo reinado da Sony no mundo dos video-games. Enquanto a Microsoft iniciava o Xbox e a Nintendo tomando um chute no saco graças ao Nintendo Cube, o PlayStation 2 se consolidava como melhor video-game já criado. Com a possibilidade de jogar via Internet, entradas USB e leitor de CDs, DVDs e mais sei lá o que, o PS 2 garantiu alguns bilhões para a Sony.



Lá pra 2004 a versã Slim foi lançada, o que matou de vez o Xbox e teve como consequência a próxima geração de video-games.


7ª Geração

Com o lançamento do Xbox 360 em 2005 e no ano seguinte do PS 3 e o Nintendo Wii iniciou-se a sétima geração dos video-games.

O DVD ficou quase que obsoleto, sendo substituído pelo Blu-Ray. A possibilidade de jogos via Internet, o uso da memória interna para gravar jogos, controles por movimento e consoles estéticamente bonitos são o que há nos dias de hoje. Claro que houveram novidades, como o lançamento do PS 3 Slim e do novo Xbox 360, o que deixou a Nintendo para trás. De novo.

Apesar de a Nintendo perder vergonhosamente no quesito console, nos portáteis não há concorrência: já estamos na quinta versão do Nintendo DS, coisa que tirou os sonhos do PSP.

Por enquanto.


Video-games VS Pais

Já vem de longa data o debate entre pais e os video-games, mas tal debate está perdendo forças, não porque os pais estão desistindo, mas porque a geração que é pai (e mãe) atualmente já nasceu e cresceu jogando video-games.

O primeiro video-game foi em 1958, o primeiro video-game "caseiro" é de 1971. Porra, o Atari já tem 33 anos. Alguém aqui duvida que, quando tiver filhos, dará um video-game pro pivete? Pois é, seus avós reclamarão, mas seus filhos usarão a internet e terão jogos em 3D. E é bem capaz de você falar algo que jurou nunca falar: "vai brincar lá fora!".


Passar a noite jogando

O gamer que nunca fez isso que atire a primeira pedra.

De Star Wars a Planeta do Tesouro, passei muitas noites jogando video-game. Jogar à noite (e de madrugada) só tem coisas boas a oferecer: se você joga na internet, a conexão melhora por causa da menor quantidade de gente on-line, não tem ninguém te enchendo o saco e fazendo barulho à noite e você não precisa se preocupar em incomodar os outros, afinal, estão todos dormindo.

De tudo, o mais interessante sobre jogar de madrugada, é que as chances de você acordar cedo no dia seguinte (lá pelas 7, 8 horas da matina) para continuar a jogar são incrivelmente altas, principalmente se é um jogo novo.


Video-games VS namoro

Que eu gosto de video-games está mais do que claro, e sim, na hora de escolher, prefiro o video-game à uma mulher idiota (só uma pessoa idiota te pede para fazer uma escolha dessas), mas trocar uma noite com sua namorada, esposa, ficantes, seilá por uma noite jogando Call of Duty não tem perdão.

E isso é algo cada vez mais comum nos dias de hoje. E o mais irônico: quem trabalha com video-games tem mais vida social do que quem joga esses jogos. Porra, isso não é dedicação ao jogo é idiotice pura e simples. Sabiam que gamers profissionais ganham A MAIS para não passarem todo seu tempo jogando? Pois é, isso devia ser um sinal, não?


Controle com fio VS Controle sem fio

Apesar de eu ter um controle sem fio, sou um entusiasta quando se trata de fios e cabos de conexão. Não sei bem o motivo, mas se tratando de controles de video-games, creio ser por pura perseguição.


Pirata VS Original

A pirataria de jogos aqui no Brasil só existe por um único e exclusivo motivo: o preço absurdo dos jogos e video-games originais. Porque o Xbox 360 saiu na frente do PS 3 aqui? Porque o console da Microsoft lê (após o desbloqueio, claro) jogos piratas, enquanto que o PS 3 só roda jogos originais.

Vá a uma loja de jogos e veja os preços dos jogos para PS 3: vão de 90 a 250 reais, enquanto que os jogos piratas do Xbox 360 variam de 15 a 25 reais. Porra, são 10 (DEZ!) vezes mais baratos. A campanha Jogo Justo, como o próprio nome já fala, taxar os preços dos jogos e video-games de forma justa, ou seja, com taxas sustentáveis economicamente e que possibilitem o crescimento do mercado de jogos aqui no Brasil. Vocês vão ver se a pirataria não vai diminuir quando um jogo original custar 50 reais.


Reunir a galera

Jogar sozinho é divertido, mas zuar os amigos que perdem para você é mais legal ainda.

80% dos jogos que já zerei (terminei, ou sei lá como se fala) foram com meus amigos. Creio que não zerei mais de 25 jogos sozinho. Normalmente, os jogos escolhidos são sempre os mesmos: futebol, corrida e/ou luta, é o clássico jogar de 2.

Ahh, e se forem jogar GTA de 2, crie a regra "é proibido fazer o código de vida".


Tirar ou não das histórias

Pesquisei "skip" e apareceu isso... porra, pra que serve essa merda?

Algo que eu sempre faço é tirar das histórias que aparecem no meio dos jogos, tanto por não ter paciência para vê-las quando por querer zerar o jogo logo. Mas tem quem goste de ver as histórias bem... para entender a história do jogo... Maldito seja Final Fantasy!!!


Códigos e apelações

R1, R2, L1, R2, esquerda, baixo, direita, cima, esquerda, baixo, direita, cima para pacote de armas 1 no GTA San Andreas.

Todos sabemos algum código e algum jeito de apelar em pelo menos 1 jogo. Corto meu braço se alguém me provar que zerou GTA nunca usou nenhum código e/ou que nunca prendeu o adversário na parede com o Sub Zero.

Por mais imoral que possa ser, usar código e apelar, às vezes (vejam bem, ÀS VEZES) é "necessário", afinal, se vingar de um chefão FDP ou destroçar seu amigo-mau-ganhador no jogo de luta são coisas que precisam ser feitas, pelo bem da sua honra!


Garotas e os video-games



Taí um tabu (ou seria mito?) que existe desde que existem os video-games: existem mulheres que jogam video-games? Bem, a resposta é sim, existem.

Há milhares e milhares de garotas espalhadas pelo mundo curtindo seus Just Cause 2 e seus World of Warcraft. Mas ao mesmo tempo em que estas existem, elas - por motivo ainda desconhecido por nós homens - se recusam a sair de casa, o que explica o fato de só as vermos via internet.

Só acho interessante essa cultura que se criou de que todas as garotas que gostam de video-games são gostosas e tudo mais... meio absurdo isso.


Jesus não salva

Sem mais.


Minha conclusão

Ahh... vou sentir saudades desse layout também...

Bem, video-games tão aí nor últimos 40 anos fazendo a alegria de milhões de pessoas a cada dia que passa. Como esse é o primeiro post unicamente sobre o assunto, ficou mais chato do que o normal, mas não será sempre assim (espero). Não há muito o que concluir sobre o assunto, uma vez que a história não pode ser mudada, e os tópicos que apresentei aqui são quase que verdades universais.

Mas é isso aí... creio que este seja o último post "de verdade" deste layout... mais informações em breve. E para não ficar com uma conclusão muito curta...



Taí... até o próximo post! Ou não.

See ya!
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