sábado, 23 de abril de 2011

Sobre depressão, vida, produtos ilícitos e jogos em flash

 Aaaaaaaaaaaeeeeeeeeewwwww cambaaaaaaaaaaaaddaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!

Pois é, O Crepúsculo acabou. Ainda não tem post de despedida, mas quando tiver coloco o link aqui no blog. Enfim, não sei como ficarão as coisas quanto à isso, mas caso tenha alguma novidade volto a encher o saco de vocês nesses recados de antes do post (como sempre). Quanto ao Bacon Frito, fiquem tranquilos (ou não...), porque continuo escrevendo lá normalmente.

E acho que esse é o único recado de hoje... aliás, como está sendo o feriado de vocês? Uma merda? É, já sabia... enfim, creio que o posts de hoje será mais chato do que os de costume, então, para melhorar isso, vamos com uma música:



...

É claro que foi de propósito.

Simbora!!!


Alegria, diversão e remédios



Banda foda pra caralho. Aqui tem todas as músicas para download (oficial!), informações e tudo mais... e não, eu não estou sendo pago para falar isso.

O ser humano é naturalmente insatisfeito consigo mesmo, com as outras pessoas (principalmente com elas) e com o mundo: sempre que o ser humano fica satisfeito ele irá, imediatamente, notar que ou alguém está mais satisfeito ou que o que (ou quem) ele (ou ela) tem não o satisfaz tanto assim (entendam como quiserem). Basicamente, todos os problemas da humanidade são por causa da insatisfação com alguma coisa, e como não poderia deixar de ser, quanto mais o ser humano tenta concertar, pior fica.

Ocasionamente (é, estou sendo bonzinho) o ser humano chega à um limite de insatisfação e resolve, consciente ou inconscientemente, que a o mundo é tão merda e que as pessoas são tão bostas (e eventualmente são mesmo) que "este mundo cruel não vale à pena": chamamos essas pessoas, carinhosamente, claro, de "suicidas", e como já falei um monte de vezes, suicidas não merecem respeito.

Há depressão, depressão e depressão: a primeira depressão é a doença (não entrarei nesse mérito...), a segunda é a da qual falarei aqui no post (daqui à pouco) e a terceira é a depressão no sentido literal de buraco. Tenho uma grande "coisa" em relação a depressão (a primeira) ser considerada doença e tudo mais, mas o que importa aqui é a segunda depressão, que segundo o dicionário, é o "estado patológico de sofrimento psíquico assinalado por um abaixamento do sentimento de valor pessoal, por pessimismo e por uma inapetência face à vida".

 Se você entendeu a citação acima, parabéns, você não tem vida social.
A segunda depressão é a principal e a segunda que realmente importa (a primeira é, obviamente, a do buraco) e é a principal (tô chutando... há muitos buracos no mundo) dentre as três. A segunda depressão também é referida como "estar na merda", mas o mais interessante sobre ela é, sem dúvida, os "sintomas": mania de perseguição, paranóia, "ninguém me ama", choros compulsivos, mudança brusca de humor e, claro, a fusão de carência absurda com "não me toque" (entre outros que falarei mais adiante).

 Vamos por partes:


1 - Mania de perseguição

É aquela coisa de "sempre comigo" e "só eu me fodo". Achar que o mundo inteiro está contra você não só é irritante (para quem vê) como é monótono e entediante.


2 - Paranóia

Tá certo que a mania de perseguição é uma paranóia, mas nesse caso, "paranóia" significa algo na linha de "OS ETS TÃO VINDO ME PEGAR!!! OS ETS!!!!", com toques de "eu sou tão merda que até minha privada me odeia" e "quem foi que jogou esse papel higiênico no lixo? Ele não fez nada pra merecer isso!".


3 - Ninguém me ama

Sim, você está sozinho no mundo e é incompreendido pela sociedade opressora que não te entende.


4 - Choros compulsivos

Sabe quando aqueles pivetes mimados e possuídos resolvem, sabe-se lá porque, que querem o Bakugan roxo e absolutamente do nada começam a chorar? Pois é.


5 - Mudança brusca de humor

Aí você pergunta: "Mas pow, chorar do nada num é mudança brusca de humor?!"

E eu respondo: "Não, já que o choro é totalmente fingido e calculado."

Mas enfim, distúrbio de dupla personalidade é uma merda, principalmente se não é um distúrbio de dupla personalidade legítimo, mas sim um surto ocasional por qualquer motivo tosco e irrelevante.


6 - A fusão de carência absurda com "não me toque"

Essa é a mais legal: a mesmo tempo que a pessoa quer que alguém goste dela  (ver item 3), a proteja e tudo mais, ela também não quer ser tocada ou até mesmo olhada. É como se eu dissesse "gostaria de conhecer vocês, leitores imaginários", sacaram?

É na segunda depressão (na primeira também, mas relevem) que toda a graça e diversão da vida é morta à tiros de 12 (na cara): tudo que você gosta perde o sentido, as pessoas de quem você gosta passam a te odiar (de novo, ver item 3), todo e qualquer mínimo motivo é motivo para fazer tempestade em copinho de remédio (aqueles de 10ml sacam?) e não há mais nenhuma motivação para fazer nada (respira-se porque é um sistema involuntário do corpo).

Usemos uma metáfora aqui: imagine que você é um adorável beija-flor ("colibri" é o caralho) que passa o dia voando livremente e dando uns peBEIJANDO flores. Num dia agradável de verão, todas as flores do universo são pulverizadas com Mortein (que não usa água como solvente) e que o céu é coberto por fuligem de uma explosão interna da Terra (expelida pelos milhares de vulções existentes, antes que vocês perguntem). Os dois únicos motivos da sua vida foram esmagados sem dó nem piedade, e não tem quem te ajude, porque todos os outros beija-flores também se foderam nessa.

Mas nem tudo está perdido (podem soltar as exclamações de surpresa e admiração agora).

A medicina evoluiu impressionantemente nas últimas décadas e é capaz de criar algo maravilhoso: a morte em cápsulas!!!

"Má porra, isso já existia antes, chama 'granada'!!!!"

Pois é, mas não dá para comprar uma granada a cada esquina, é caro,  não é algo legal (no sentido de lei) e aceitável pela sociedade de forma geral. Foi pensando nisso que as indústrias farmacêuticas gastaram bilhões em investimento para criar um monte de tipos de antidepressivos, que são uma forma legalizada de matar as pessoas aos poucos, tornando-as depentendes do que as deixa mais doentes (e chapadas): é genial!!!

Se eu acredito em homeopatia? Sim, mas em chá milagroso não: tudo tem limite... mas isso não vem ao caso.

A questão aqui é simples: depressão é uma merda (menos a terceira) e inevitavelmente tudo que se faça para ajudar alguém com depressão só piora as coisas, então é totalmente justificável utilizar remédios tarja-do-lado-negro-da-força para fritar aos poucos o cérebro (rins, pulmões, fígado, etc.) dos "pacientes", assim os deprimidos se sentem melhores (por causa da auto-sugestão e porque estão perdendo neurônios), a indústria farmacêutica e as farmácias ganham dinheiro e toda a galera que dá esse trabalho do caralho para gente normal morre eventualmente: todos ficam felizes. Como já diziam Os Seminovos, a felicidade é química, ninguém é infeliz.


Nascer, morrer e tudo nesse meio



Vida e morte são conceitos interessantes... mas isso não vem ao caso (eu devia fazer um post sobre isso). Seguinte: o ser humano adora criar definições, mantras e códigos de conduta, e com a vida e a morte não é diferente: se você prestar atenção, verá que no mínimo 99, 6% de tudo que envolve a vida e a morte são conceitos pré-estabelecidos. Duvida? Defina "morrer" então. Vai, eu espero.

...

Se você respondeu "deixar de viver" ou "perder a importância para quem você ama" ou ainda "não ser útil para mais nada", você é um merda sem criatividade (e se foi uma dessas duas últimas, é bem capaz de você estar em depressão).

Vida e morte são clichês e tabus (o que é meio controvérso, diga-se de passagem): são conceitos que fodem com a vida de todo mundo, e mesmo após 200 milhões de anos o ser humano (e seus ancestrais) ainda não consegue definir com sucesso o que são ambas as coisas, e muito menos entendê-las. Aposto que vocês nunca pensaram nisso também né?

...

Eu tenho leitores imaginários burros.

Assim como a vida e a morte, tudo que vivemos também tem seus respectivos conceitos, regras, convenções e coisas do tipo. Porra, o que eu mais faço aqui no blog (e fazia no Crepúsculo também) é tentar ensinar vocês a viverem com um pouco de dignidade e inteligência. Isso tenho certeza que vocês ja notaram: a quantidade de guias, manuais, dicas e o caralho a quatro sobre como você deve tratar algumas coisas da vida, o que deve pensar delas e com que coisas você deve se importar ou não. O que é o "Carpe Diem" se não um "faça isso DESSE JEITO"? E você aí pensando que os romanos fossem bonzinhos tsc tsc.

É realmente incrível essa coisa toda: a quantidade de "guias" que a sociedade considera que devem ser seguidos sobre tantas coisas... claro que essa é a base de qualquer sistema de organização social, mas atualmente (há muitos séculos na verdade) há uma liberdade maior em relação à isso... creio que seja porque há um leque maior de escolhas em relação ao "como viver". Claro que há uma meia dúzia que se sobressai (o próprio Carpe Diem é um deles) graças à falta de criatividade inerente à massa social, bem como a vontade de uma elite de que tal massa pense que tem liberdade de pensar e agir, mas ainda sim há mais chances de fazer uma ideia nova vingar (chances minúsculas, mas ainda são maiores que há 100 anos, por exemplo).

Enfim, o ponto aqui é que independente do que se diga (e se diz muito) sobre viver, morrer e tudo que você deve (ou não) fazer no meio dessas duas coisas, o problema é exatamente que sempre há um manual básico a ser seguido, tanto sobre o que pensar quanto sobre o que fazer. Poucas pessoas conseguem nascer, morrer e viver sem seguir tais "guias", e ainda menos pessoas conseguem deixar de aconselhar outras pessoas a seguirem tais guias... feliz ou infelizmente... poucos ditados são tão verdadeiros quanto o "faça o que eu digo, não faça o que eu faço".


Azul, vermelha ou em código?

Entre os sintomas da depressão está a total falta de vontade de fazer qualquer coisa que seja, mas como ficar sem fazer absolutamente nada é extremamente chato e tedioso, algo tem que ser feito, e é aí que entram os joguinhos em flash. Criados para foderem com a vida de nerds e geeks vagabundos (feitos por eles mesmos inclusive), os joguinhos em flash rapidamente ganharam popularidade, afinal o Atari enche o saco depois de um tempo e na época, jogos com, sei lá, 250MB eram o que há de top no mundo da diversão digital, e nem todo mundo tinha, 7000 dólares para comprar um troço desses:

Tinha esquecido que antigamente as configurações do monitor eram feitas com botões que giravam...

Os jogos em flash são (em sua maioria) mal feitos e sem graça, mas nos últimos anos tal "indústria" cresceu bastante, nos "presenteando" com jogos bem feitos e viciantes, como por exemplo o foda Robot Unicorn Attack, que tem uma das músicas mais gays da história da música:



Com o avanço dos jogos em flash, esses deixaram de representar um perigo só para viciados em internet, passando a representarem um perigo para qualquer pessoa que não tenha a cabeça no lugar (ditado velho pra caralho...), o que só é agravado devido ao acesso mais fácil à internet nos dias de hoje.

Quando um vício é muito poderoso (ficou meio que fala de anime isso não?), a ponto de suplantar qualquer outra atividade (mesmo que essa atividade seja pensar no quanto a morte seria melhor), o vício vira não um problema pessoal ou familiar, mas sim um problema social, uma vez que só dá trabalho para quem estiver ao redor do viciado e que é estupidamente irritante só ouvir sobre um assunto: é necessário livrar o mundo deste mal (o viciado, não os jogos em flash).

E é aí que entras os supracitados remédios, que estão prontos para foder com os neurônios de qualquer um, deixando-os assim felizes e os matando, sem preconceito por raça, tipo físico e gênero. Há muitos tipos de remédios para depressão e obviamente cada um desses tipos serve para uma condição diferente, mas todos eles tem coisas em comum, como por exemplo a função de matar cada uma das suas células, uma de cada vez:

Nossa... fazia tempo que eu não fazia uma piada ruim feito essa.

Os remédios são a principal causa de morte de quem tem depressão: ao fazerem a pessoa perder neurônios, e por consequência, se darem conta da vida de merda que levam, essas pessoas recorrem ao suicídio para "aliviarem a dor" (nessa fase, a parte de neurônios já é grande demais e é irrecuperável). Na real, o único remédio que realmente funciona contra a depressão (excluindo os venenos, é claro) é o sossega leão:

Rótulo do frasco.

É claro que tiros, bombas (como a já mencionada granada), atropelamentos, sufocamentos e vários outros métodos mais diretos de fazer o que os remédios fazem são totalmente ilegais. O irônico nisso é que se você desse uma arma na mão de alguém com depressão, ela mesma se mataria... governo de merda é assim: proibem o tratamento mais efetivo para algo grave só para não ouvirem reclamação da ONU... francamente.


Submergir as mágoas e espancar o macaco

Feliz ou infelizmente, há pessoas que mesmo com depressão não querem morrer, e é por isso que os seres providos de franjas (porra, tava com saudades de xingar os emos) recorrem à recursos (oh rly?) que à médio/longo prazo também matam (assim como os remédios), mas são mais divertidos (ou seria "menos depressivos"?): as drogas e o álcool (não necessariamente nessa ordem).

É claro que as drogas são muito mais efetivas, afinal são versões mais potentes e menos responsáveis dos remédios "oficiais", mas o álcool proporciona momentos mais duradouros de alegria e momentos menos problemáticos de abstinência (quero deixar claro que não falo sobre isso baseado em fatos pessoais). O álcool também é o mais lento na hora de matar alguém, uma vez que este não precisa de receita médica ou da venda do videocassete da sua avó.

O ponto positivo do álcool e das drogas em relação ao remédio é justamente o efeito de ambos: mesmo que depois a pessoa fique destruída por dentro, ainda sim teve momentos "bons", diferentemente do remédio que mata por dentro e te faz querer tomar banho (pensem aí). Sem falar que é muito mais fácil comprar álcool e drogas do que convencer o farmacêutico a te vender seus remédios sem a receita médica.

Pausa aqui: PORRA, se você é um "doente mental" é totalmente compreensível se você esquece a merda da receita em casa. Aí você vai na porra da farmácia e o filho da puta não te vende a porcaria do remédio, você mata 11 pivetes chatos que apontam para você e te zoam E A CULPA É SUA!!!!!!!!!!

Mas voltando, essa coisa de remédio-álcool-drogas gera um ciclo: se tem álcool, você fica bêbado, espanca sua mulher, vai preso, conhece os traficantes, é solto, vira traficante, fica viciado, é preso, o médico da prisão te receita um remédio "de verdade", você é solto, vai na farmácia sem a receita, mata alguém, é preso de novo e conhece outros traficantes (de armas dessa vez).

Guardem bem o que vou lhes dizer agora, caros leitores inexistentes (é, resolvi variar um pouco): depois do governo, a coisa que mais cria problemas numa sociedade é a saúde, e se a saúde está uma merda, pode ter certeza que o apocalipse zumbi está próximo.


E no fim do túnel, há uma parede

Já repararam que na maioria dos casos a conclusão é sempre que estamos todos fudidos?

O principal problema causado por tudo isso não são as mortes, os acessos de raiva, as ameaçãs de suicídio e nem nada disso: são a encheção de saco por parte de quem tem depressão, por parte de quem acha depressão legal (só porque está na moda, claro) e por parte de psicólogos chatos. Depressão atualmente é visto como um troço extremamente grave (mas "dahora") e por isso rola todo aquele circo em cima da depressão (tenho que falar sobre esses circos qualquer dia), mais ou menos o que acontece com o bullying (do qual eu também tenho que falar qualquer dia desses).

É totalmente desnecessário dizer que todo esse auê (nossa... mais um...) criado em cima da depressão é totalmente idiota, mas é justificável: os remédios tem que ser testados em alguém, e psicologia não dá dinheiro. E tem os babacas que acham legal ser problemático: é como disse o PC Siqueira outro dia, as mentes perturbadas de antigamente eram mais fodas (aqui e aqui). E o Léo Luz escreveu um texto foda sobre isso, vejam lá (é tão legal quando alguém que escreve bem faz um post sobre um assunto sobre o qual eu vou escrever...).

Usando novamente uma metáfora, imagine que você está num túnel longo e escuro. Você não se lembra como foi parar lá e também não sabe que túnel é aquele, mas aí você escuta o trem vindo e a luz dele iluminando o túnel. Você corre na direção contrária, até que chega no final do túnel e não há saída, mas sim uma parede. O trem, em alta velocidade, te esmaga contra a parede e depois explode. É basicamente assim que são as pesquisas sobre depressão: um monte de gente sem saber o que fazer e no que quer chegar tentando concertar a vida de alguém que muito provavelmente vai morrer de um jeito ou de outro... sim, os "pacientes" são a parede.

...

Admito que é uma metáfora de merda: não sei exatamente o que seria o trem... só para deixar claro, é uma "maria fumaça", trens modernos são chatos.

Enfim, inevitavelmente a depressão vai foder a vida de alguém, seja a do "paciente", seja o "médico" e seja qualquer um que chegue perto de ambos... felizmente depressão não é contagioso... ainda: tenho certeza que darão um jeito de transformar a depressão na "próxima gripe-de-anima-doméstico", talvez os periquitos, até lá só nos resta pagar a rodada no bar.


Minha conclusão

Cambaaaaaaaaaddaaaa!!!! Post totalmente atrasado, mais saiu! No dia certo! YEAH!!!!!!!!!!! Comemoremos:



Depressão é uma merda tanto para quem tem quanto para quem tem que aguentar quem tem (de novo, menos a terceira). A grande questão é o circo em cima disso tudo: é complicar algo que já é um saco (simples, mas ainda sim um saco) pelo simples prazer de "mostrar serviço". Claro que há muitos jeitos de lidar com a depressão e verdade seja dita, drogas e álcool são dois desses jeitos, mas obviamente a melhor é realmente tomando os remédios prescritos (levem a porra da receita, sim?): quero que todos vocês se fodam, então nada mais justo que dar uma força pros médicos (assim diminuo meu karma... ou "carma", sei lá).

Mas enfim, seja como for, se você tem depressão, tome regularmente seus remédios, participe de grupos de apoio (e não comunidades do Orkut) e vá sim à um psicólogo (ou psiquiatra, psicanalista não é médico disso... aliás, nem é médico): você estará fazendo um favor para todo mundo, pode acreditar. E o melhor de tudo: se você seguir isso certinho, pode ser que haja a chance da possibilidade hipotética de alguém gostar o suficiente de você para ir no seu enterro (essa pessoa terá que arrastar o caixão sozinha, mas isso não vem ao caso). Tá vendo? Sua vida já tá começando a melhorar, não precisa se jogar da ponte, na frente do supracitado trem, se enforcar no ventilador ou dar um tiro no céu da boca... mas se você decidir que quer morrer, peça para um serial killer solto fazer isso, ele vai gostar.

E sim, pretendo fazer outro post sobre depressão... mas gostei desse, saiu completamente diferente do jeito que eu queria, mas ficou mais a cara dos velhos tempos aqui no blog... I'M BACK!!!!!!!!!! E viva as citações inúteis!!!!!!! E sabem o melhor disso tudo? Posso voltar a falar que O NEGÃO NÃO POSTA NAQUELA PORRA DE BLOG!!!!!!!!!! E viva às citações à eu mesmo!!!!!!!!

See ya!
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