sábado, 25 de junho de 2011

Como ficar rico sendo artista

 Aaaaaaaaaaaaeeewwwwww cambaaaaaaaaaaaaaaadddaaaaa!!!!!!!

Dia de post aqui no blog, e como estou completamente sem saco para escrever, vou fazer algo novo aqui no blog: um novo tipo de post por assim dizer. Não sei se crio uma nova coluna para isso ou se encaixo numa existente (como acontecerá com este post, ao menos por agora), mas assim que decidir, aviso vocês. Creio que ficará um tanto quanto curto, mas é exatamente isso que eu quero... por agora.

Enfim, escrevi isso outro dia, pensando num post pr'O Crepúsculo, mas já que a coisa morreu de vez, vai aqui mesmo. Seja como for, espero que gostem bastante e comentem ainda mais, já que nenhum de vocês é uma fantasia criada por para eu não me sentir um merda.

Vambora!


Primeiro você se intitula "Artista Plástico" (sempre em maiúsculas).

Depois você compra telas, tinhas, canetas Stabilo (porque são caras e dão um ar profissional), e tinha branca (para sua parede, já que um Artista Plástico que se preze tem que estrapolar seus sentimentos, e o melhor jeito de fazer isso é jogando tinta na sua parede, com as mãos, é claro).

Aí você faz uma tatuagem "chinesa" ou "tribal" (desde não tenha significado algum - o significado será inventado por você quando lhe for conveniente parecer culto) ou algo num idioma difícil (tipo japonês, grego, árabe ou latim), já que seu próprio corpo é uma tela em branco, pronta para ser preenchida.

É realmente incrível a quantidade de desculpas possível para colocar mulher no post.

Por fim, você começa a produzir suas obras, e não importa se for colagem, papel machê, jogagem de tinta na parede, desenhos com carvão ou crepom colorido, pois se ficar feio, você será considerado um gênio além de seu tempo. O importante aqui é que nada tenho um formato, cor, tamanho e sentido definido, já que a complexidade da sua obra é espantosa e inovadora ao ponto de só você entender. 

Aliás, use a abuse de tudo que tiver "acrílico", "plástico" e "artesanal" no nome, desde tintas até pedaços de coisas quebradas (como azulejos, pedaços de madeira, brinquedos de parquinho - uma vez que sua infância definiu quem você seria, placas enferrujadas, propagandas antigas e mictórios usados). Jogue (literalmente) tudo na tela, com um monte de cola, mais tinta, uma mão de cola branca misturada com água (para dar brilho e conservar sua mais nova criação), um pouco de glitter (opcional) e voilà, você acaba de criar uma obra que dentro de pouco tempo valerá milhões!

Com o tempo e a prática, você poderá ousar mais, criando coisas com milímetros de tamanho até réplicas em tamanho real, usando a maior quantidade possível de coisas que pessoas sem visão chamam de "lixo". E aviso desde já, quanto melhor você for, maior e mais estranho serão suas obras, então dê preferência por "apartamentos estúdio" ou "lofts", que são perfeitos para gente talentosa.

Em menos tempo do que você imagina, poderá ousar ainda mais, como pintar quadros com manchas de café ou fazer um MIX de coisas como cubismo, pop art, surrealismo, dadaísmo e é claro, o realismo: lembre-se que o importante é provocar seu público com sua criatividade, seu talento e sua profundidade emocional, por isso não poupe esforços para fazer uma réplica da Torre Eiffel com chiclete, chinelos velhos e mata-moscas.

Seguindo esses passos, em questão de um ou dois anos (no máximo) você será um artista reconhecido no mundo inteiro, tendo de dar autógrafos e explicar o que sentiu quando criou "Inverno no Mundo Abscudólico de Tud", sua mais nova obra prima. Praças, ruas e museus terão seu nome, outros artistas farão fila para ver suas exposições, dará entrevistas em todos os meios de comunicação e você será considerado o novo Pablo Picasso (o mestre). Em suma, você será como um deus, mas mais bonito e rico.

Dica final: Depois de ficar absurdamente rico e cansado de todo o dinheiro, da fama e das mulheres (e homens - todos quererão ter você nos braços), mude-se para o interior, de preferência num local cheio da alta tecnologia, tipo o Pará. Fique lá por uns 3 anos e daí volte para o centro dos holofotes, dizendo que foi um período especial e decisivo na sua vida, no qual você aprendeu com monges sobre a vida, o universo e tudo mais (diga que foi para o lugar que usa o idioma da sua tatuagem), e que agora está revitalizado e pronto para começar uma nova fase na sua vida e na sua carreira. E deixe escapar que aprendeu tantra: você será visto como o mais sábio dos sábios e será um exemplo a ser seguido, afinal, todos quererão ser você.

See ya!
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sábado, 18 de junho de 2011

Vícios Matinais: Fishin' for Woos do Bowling for Soup

 Aaaaaaaaaaaaeeewwwwwwwwwww cambaaaaaaaaddddddaaaaaa!!!!!!

Sendo hoje quinta-feira, pode-se dizer que essa é uma semana atípica, e assim é por dois motivos: não passarei metade do meu fim de semana escrevendo um post e, ao menos neste post, a Vícios Matinais terá a mesma cara que foi criada para ter.

Agora, mudando de assunto, vejo o quanto as coisas estão sem graça aqui no blog, faz um bom tempo que não tenho nenhum recado para dar... datas, avisos, indicações... feliz ou infelizmente, é assim que as coisas estão, e a melhor coisa a se fazer agora é ignorar isso e postar uma foto completamente irrelevante:

 Mas sem mais demoras, ao post!

Vamulá!


Bowling for Soup

Bem, a coisa toda começou em 1994 e é um mistura de pop punk com algum outro estilo que eu não sei classificar. A banda conta (na ordem da foto) com Chris Burney (guitarrista), Gary Wiseman (o baterista), Jaret Reddick (vocalista) e Erik Chandler (baixista, como vocês já sabiam).

Já são 11 álbuns e as principais músicas são Almost, High School Never Ends, Girl All the Bad Guys Want, 1985 e Punk Rock 101. Pessoalmente gosto pra caralho da banda, já ouvi quase todos os álbuns (todos desde 1998), e está na hora de colocar um pouco de bom gosto na cabeça de vocês... aliás, talvez eu faça um post sobre a banda lá no Bacon e aviso aqui (assim terei algum recado para dar).


Fishin' for Woos

O álbum foi lançado em 26 de Abril deste ano e tem 12 músicas, mais 3 faixas bônus que não estão no álbum. Enfim, falarei de todas elas, além da conclusão que vocês já conhecem: média, considerações finais e tudo mais.


Let's Pretend We're Not in Love


Sempre gostei das letras da banda, até mesmo das que mal tem letra...

Gosto dessa primeira música: simples, fácil e criativa. A letra é foda e me impressiona pelo tamanho, mesmo não parecendo ser grande. Dou 8 para esse começo só porque sei que tem músicas melhores mais para frente.


Girls in America


Gosto da música, de como ela soa e tals, mas sou obrigado a discordar dela, não só pela letra "pobre", mas porque as brasileiras são as melhores do mundo, e são ainda melhores se comparadas com as americanas (que são sem graça pra caralho), ou seja ais um 8 aqui.


S-S-S-Saturday

Outra com letra pobre (ainda mais que a anterior), mas soa melhor que Girls in America. Antes de começar a escrever este subtópico gostava mais dessa música... deve ser um tanto quanto frustrante ser crítico musical.

Nota 6 porque estou bonzinho hoje e porque concordo plenamente com a (pouca) letra da música.


What About Us


Sempre que vejo o nome da música lembro da do Michael Jackson:


Enfim, curto pra caralho o refrão dessa música, e a letra é boa também. É aquele tipo de música que você esquece com facilidade que existe, mas sempre que lembra dela gosta da escutá-la. Acho um 7 justo aqui, meio que sem motivo para não ser um 8 ou um 6.


Here's Your Freakin' Song


Adoro o nome e a introdução dessa música, sem falar que a letra é um bom resumo de muita gente que eu conheço. É uma das minhas favoritas do álbum, valendo um 9 pela letra e principalmente pelas partes faladas... o que o álcool não faz.


This Ain't My Day


A letra mal faz algum sentido, mas gosto da parte antes do refrão... na verdade, nem sei porque gosto dessa música, mas gosto: 8 muito bem merecido.


Smiley Face (It's All Good)


Tenho certeza total e absoluta que a música foi feita para as mulheres dos membros da banda, afinal, para quem mais você diria "Por que nós apenas ficamos pelados?". Outra com letra excelente, uma das melhores do álbum também. Mais um 9 aqui.


Turbulence


Eis que chegamos ao carro chefe do álbum (ao menos em teoria): até coloquei a música no último post.

É, obviamente, a música mais séria do álbum e tem a melhor letra. Curto bastante os dois primeiros versos do refrão e o carro do clipe é foda, mas apesar disso tudo e da nota ser 10, não é minha favorita... sei lá, meio que quebrou o andamento do álbum (que diga-se de passagem, não é um daqueles que tem meio que uma linha cronológica). A música conta com a participação do Gabriel Mann da banda The Rescues (Sim, o maluco dos 1:26), aliás, procurem a banda no Google, a vocalista é boa


I’ve Never Done Anything Like This


Sinceramente, nem sei o que falar sobre essa música, então direi que vai chover e darei a nota. 
Tá meio nublado aqui hoje (quinta-feira), e como não tem vento, devo chover à noite. A música tem a participação de Kay Hanley e recebe um 7.


Friends Chicks Guitars



É uma das mais fracas (talvez a mais fraca) do álbum: a letra só funciona na teoria, o que faz com que seja uma daquelas músicas-legais-que-você-ouviu-de-fundo-de-festa-sem-graça, ou seja, mais um 6 aqui (é, estou realmente bonzinho hoje).


Guard My Heart



Não gosto muito dessa música: apesar de a letra ser boa (não tão boa, mas é boa) e de soar bem (na maioria do tempo), não vou com a cara dela, então darei um 5, mesmo achando que ela é melhor que Friends Chicks Guitars (e não questionem essa lógica).


Graduation Trip 



A última música tem melhor letra do álbum e é uma das melhores também, ou seja, outro 10 aqui. De propósito ou não, todas as músicas que tem letra melhor tem uma parte musical mais fraca, e isso seria até bom caso não fosse tão usado, mas nada que tire o mérito da música.


Dear Megan Fox



A partir desta, todas são faixas bônus presentes em algumas versões do álbum.

Já falei bastante sobre a Megan Fox aqui, então não me prolongarei: sou totalmente indiferente em relação à essa música, então, dou 5. 


Evil All Over the World



Gostei da letra, mas gostei mais da parte tocada, que talvez seja a melhor de todo o álbum, soa bem mais com os álbuns mais recentes. Nota 7.


My Girlfriend's an Alcoholic



Uma das melhores do álbum e que deveria estar entre as 12 e não como bônus. É bem do estilo "clássico" da banda e tudo mais: nota 10, não só pela letra mas pelo solo perto do final.


Minha conclusão

Fishin' for Woos é um bom álbum, mas passa longe de ser melhor deles (que é o cargo de The Great Burrito Extortion Case). Falei bem pouco da parte musical deles porque, de forma geral, é naquele estilo pop punk normal (bem executado, mas nada que seja realmente digno de nota), e como disse no meio do post, músicas com letras fracas tendem a ter uma parte musical, o que não deixa de ser um relaxo, afinal, se letra e música forem boas, uma não apaga a outra.

Não tenho uma grande favorita neste álbum, apesar de ter dado três 10 (Graduation Trip, Turbulence e My Girlfriend's an Alcoholic). Para não passar em branco quais minhas preferidas (independente das notas), escolhoLet's Pretend We're Not in Love, Here's Your Freakin' Song e Smiley Face (It's All Good), não necessariamente nessa ordem. De forma resumida, gostei do álbum, mas nada se sobresai, nem por ser muito ruim e nem por ser muito bom.

A média final do álbum (contanto as músicas bônus) é 8, nota que está boa, apesar que se fosse para dar nota para o álbum todo, daria 7 (não que o que eu esteja falando agora faça sentido). Apesar de notas baixas (os vários "5") e da total falta de uma "cronologia" do álbum, este vale à pena ser ouvido, mas não apenas as 12 músicas oficiais como também as músicas bônus, sendo My Girlfriend's an Alcoholic o que eu chamaria de "grande destaque" para quem já conhece a banda.

Mas é isso aí cambada, final de post, numa quinta-feira, antes das 4 da manhã (são 17:52) é praticamente um milagre. Se rolar o post sobre BFS lá no Bacon, aviso no post, e um último recado: vejam os clips da bandas, costumam ser divertidos.

See ya!
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sábado, 11 de junho de 2011

Gordos, comida e restaurantes de beira de estrada

 Aaaaaaaaaaaaaaeeewwwwwwwwww cambaaaaaaaaaaaaaadddaaaaaaaa!!!!!!!!!!

É sábado, ou seja, é dia de post, mas como não tenho ideia sobre o que escrever, vamos começar com uma música:


Fishin' For Woos tá foda... mas é meio estranho ver os membros da banda meio velhos.

...

E já tenho o tema do post!

Simbora!


Gordos

Quem acompanha o blog há algum tempo sabe que sou um não-tão-adorável exemplar de gordo, e para os mais atentos, não é surpresa que reclamo bastante dos gordos, ou seja, sim, sou um traidor do movimento.

Acho que todos sabem o que é um gordo, mas vou falar mesmo assim. Gordo é aquele cara (ou aquela garota) que você gosta (ou ao menos suporta) sabe-se lá caralhos porque, mas com quem odiaria andar de ônibus por dois motivos: vocês estariam num ônibus, e ônibus são chatos por natureza, e porque você teria menos da metade do seu acento para você mesmo.

Basicamente, há dois tipos de gordos, que são os "gordos amigos" e os "gordos selvagens". Os gordos amigos são aqueles felizes e divertidos, que todo mundo adora, ou seja, é a clássica figura de gordo bonachão, que até quando ri cuspindo farofa é legal. E os gordos selvagens são o oposto: chatos, irritadiços, carrancudos e de saco cheio do mundo, odiados e temidos (pois estão sempre prontos para sentar em cima de quem os importuna) por todos no planeta. 


Panelas, frigideiras e o tempero secreto

Apesar de este não ser o tempero secreto real, afinal, cada pessoa tem um, você pode comprar o troço aqui, e devo admitir que fiquei curioso.

Além do fato de serem gordos, os "amigos" e os "selvagens" tem apenas uma única coisa em comum: são excelentes cozinheiros. Aliás, os melhores cozinheiros do mundo são os gordos, e você nunca, repito, NUNCA deve discutir com um sobre comida (coisa que o Negão ainda não aprendeu... e sim, é divertido pra caralho irritá-lo com isso): os "amigos" irão lhe ensinar como é o jeito certo (e goste você ou não, estará certo) e os "selvagens" irão lhe esbofetear e esfregar na sua cara que está certo.

O problema é quando dois (ou mais) gordos começam a discutir sobre comida, coisa que evolui rapidamente para uma batalha sangrenta, podendo chegar (mas apenas em casos extremos) à uma guerra de comida. A cena é basicamente esta:

E a conclusão óbvia é que ambos estam certos, e que são apenas jeitos diferentes (uma vez que gordo dificilmente erram sobre comida e ainda mais dificilmente admitem tais erros). Sem falar que ambos ficam deliciosos, é claro.


Pensamento de gordo

Se você assistia, você entendeu a referência.

"Pensamento de gordo" é como eu chamo uma coleção de comportamentos "gordos" (oh rly?), que irônicamente não é uma exclusividade dos gordos, podendo afetar desde pessoas esqueléticas até obesos. As condições variam de pessoa para pessoa, mas incluem a constante vontade de comer (porque chega um momento que a fome não existe mais), a obsessão por comida e a gigantesca vontade de participar dos concursos de quem come mais (já falo deles). O pensamento de gordo é o que divide gordos de gordos, ou de forma mais clara, o que divide gente de resto.

Pensamento de gordo é uma das coisas que me fazem duvidar do futuro da humanidade, bem como exemplificam perfeitamente que preconceito com gordos é quase que totalmente válido, sem falar que é algo extremamente desprezível.

É estranho saber que o Patolino não chama Patolino...

O pensamento de gordo é uma das coisas que mais me irritam, e que provam que eu realmente perdi o jeito de como escrever aqui no blog, já que nos velhos tempos eu já estaria xingando o Céu e o Inferno à esta altura do post, então tentarei resumir o desprezo por tal forma de agir num parágrafo só.

Essa porra do caralho exprime exatamente o que a humanidade é: uma massa gigantesca de burrice e idiotice, pronta para fazer merda. Felizmente é uma parte relativamente pequena da população de tem tal posição, mas isso não salva o monte de escória fétida, alienada e ridícula de merda que essas "pessoas" (coloquem grande ênfase em "pessoas") são. E sim, eles também fazem parte dos três quartos que eu mataria se tivesse munição suficiente.

...

Acho que deu certo, não?

...

Já mensionei que quem tem pensamento de gordo cozinha (e come) mal? 


Competições de comida

Competições de comida são a representação máxima do pensamento de gordo, e por consequência são uma das coisas que eu mais odeio em relação à comida (e às pessoas). Há vários tipos de competições, mas a maioria é de quem come mais em menos tempo, indo desde aqueles cachorros-quentes americanos (que são uma bosta comparados com os nossos) até macarrão, passando por torta, hamburguer, pizza, salsicha, melancia, salsicha, miojo, costela, frango frito, pão, queijo, donuts e Hot Pocket Sadia. Meus caros, nada que faça um gordo (como eu) odiar (temporariamente) comida é bom e/ou saudável e/ou decente, NADA.

Competições de comida consistem em foder com a sua saúde o mais rápido possível, comendo tudo que é porcarias, para no fim, se você for o imbecil que comeu mais em menos tempo, ganhar um carregamento por um ano com as mesmas porcarias que você acabou deu comer: é quase que a mesma lógica da bruxa em João e Maria.

Peguemos a cena acima: temos dois babacas (eu sei que tem mais, mas os outros não estão nos planos principais) comendo macarrão mal temperado (acredite, eu sei) com as mãos, se lambuzando de forma completamente irracional. Não que comer com as mãos não seja divertido, é, e muito, mas comer por competição é idiotice: seria o mesmo que ver quem caga mais em menos tempo para ganhar um carregamento de papel higiênico.

Pensando agora, a pior coisa nessas competições é, com absoluta certeza, o banheiro... e o cheio do banheiro... e sim, terminarei o tópico deixando essa imagem (e cheiro) mental.


O jeito certo de comer

 Falei aqui que homens gostam de mulheres que gostam de comer bem, e é verdade: gente com frescura para com a comida é irritante e ignorante (sem falar que é um pé no saco de quem cozinhou), e falei também que comer todo certinho é chato e sem graça. Em uma frase: comer tem que ser gostoso e divertido.

Apesar de comer ser uma necessidade básica do ser humano, ao menos que você esteja no meio de um deserto na África, literalmente morrendo de fome, comer é algo prazeroso, primeiro porque comer é bom (principalmente se a comida está bem feita) e segundo porque comer é, na maioria das vezes, um momento de pausa no seu dia: mesmo que você seja um desocupado (assim como eu), fazer nada o dia todo é cansativo, e a hora do lanche/almoço/janta/etc é quando você manda todas suas obrigações (ou a falta delas) se foderem, para então sentar e ter bons 15 minutos de paz e tranquilidade (que costumam acabar na hora de lavar os pratos).

Em resumo, não há jeito certo de comer, seja com as mãos seja com talheres, seja sentado em cadeiras seja sentado no chão, em restaurantes ou em casa, sozinho ou com mais gente, o importante é comer (literalmente), desde que não seja para competir: estragar algo tão foda quanto comida é pecado e quem faz isso vai queimar nos óleos ferventes do Inferno, o que nos leva para o próximo tópico. 


Fome, disperdício, frescura e prato de caminhoneiro

Algo inerente à todo gordo é o disperdício de comida. Seja por ser gordo seja por consciência, gordo algum gosta de ver comida indo para o lixo (que não esteja estragada, claro), afinal "há tanta gente morrendo de fome no mundo" e depois, comida é algo importante, e disperdício por besteira é extremamente errado: muito trabalho, dinheiro e tempo foi gasto para que aquela comida estivesse alí, e jogá-la fora é um insulto do mais alto nível.

Gordo que é gordo sabe o quanto consegue comer e o quanto come, logo, os maiores disperdícios de comida vem por parte dos magros. Gente que tem frescura com comida são os responsáveis por fazer pratos gigantescos e antes sequer de comerem metade falam que não querem mais, e largam a comida no prato, com toda a sinceridade possível, digo que sou totalmente à favor de restaurantes COBRAREM caso tudo do prato seja comido, afinal, sempre há a oportunidade de pedir para não colocarem coisas que você não come e/ou em grande quantidade. Sem falar que é culpa dos pais de merda que não ensinam seus filhos, desde pequenos, que desperdiçar (e ficar com frescura) é errado.

Apesar de eu odiar blogs assim, admito, com certo orgulho até, que estão criando essa garota do jeito certo.

Frescura é uma das piores coisas já inventadas pela humanidade, e obviamente toda pessoa passa por uma fase assim, e compete aos pais lhe ensinar como as coisas devem ser, do mesmo jeito que devem lhe ensinar que disperdício é uma coisa feia e que fome é coisa séria. Claro que com 4 anos a criança não vai entender que a fome é um dos maiores problemas mundiais, e nem que é responsável por matar milhares de pessoas todos os dias (que de certo modo não é algo tão ruim, mas isso é assunto para outro post), mas entenderá que fome é algo sério, e não um tipo novo de brinquedo, afinal, bebês entendem isso (e choram por causa da fome), porque crianças mais velhas não entenderiam?

...

Sim, eu sei que há centenas de respostas (cada uma evidenciando ainda mais a incompetência familiar que a outra), mas finjam que elas não existem.

Ahh, a infância! Bons tempos aqueles em que tamanho é documento e ninguém ousava duvidar disso!

De qualquer jeito, pensem duas trilhões de vezes antes de jogar comida fora, afinal, há vários exemplos de como reaproveitar comida (aqui e aqui), sem falar que é o mínimo que você pode fazer para com as pessoas que literalmente tem que comer terra para sobreviver. Mas podem fazer pratos de caminhoneiro (ótima dica aliás: onde tem caminhão em beira de estrada, o restaurante é bom), desde que comam tudo, senão não ganham sobremesa.


Minha conclusão

Cambaaaaaaaddddaaaaaa!!!! Final de mais um post, e para comemorar, vamos com outra música:



Sim, eu realmente gostei do álbum.

Enfim, comer é uma das melhores coisas jamais inventadas no universo, e a coisa só melhora se a comida foi feita com amor (lê-se "sazón"). É um tanto quanto cruel que lugares como o Brasil tenham tanta fartura de comida e que em lugares como a Etiópia pessoas morram de inanição, mas há realmente pouco que pode ser feito sobre isso, afinal, pessoas morrem se ficam sem comer e morrem se comem muito depois de ficar muito tempo sem comer, e como ser humano é naturalmente sem tato, tem-se como conclusão que os etíopes querem mesmo morrer (mas morreriam mais felizes se fosse de barriga cheia).

Caso você tenha filhos, trate para que eles cuidem bem da alimentação, e em ambos os sentidos, afinal ser magro de mais é um saco e ser gordo demais é um saco maior ainda. Também trate de que eles comam de tudo: carne, ovo, leite, vegetais, peixes, frutos do mar, folhas e sei lá mais caralhos o que se come no oriente, afinal, hábitos alimentares saudáveis só existem quando há equilíbrio (diferentemente da pessoa que vos fala, que não come nada que viva na água e coisas verdes só se forem devidamente industrializadas), e com 2012 tão perdo, nunca se sabe quando será necessário caçar barata para as refeições.

E não importa o que vocês, magros filhos das suas respectivas putas digam, gordos são sim os melhores cozinheiros do mundo... e um último recado: apresentação de cu é rola, o que importa é quantidade e gosto (ouviram, europeus?)

See ya!
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sábado, 4 de junho de 2011

Grandes invenções inúteis da humanidade

Aaaaaaaaaaaaaaeeeeewwwwww cambaaaaaaaaaaddddaaaaaaa!!!!!!!

Sábado é dia de post aqui no blog, e nada melhor do que honrar tal tradição... e eu tentarei acabar esse post ainda hoje, e não às 3 da matina como aconteceu com os últimos posts.

O Bacon está de visual novo, então sejam bons leitores inexistente e vão lá ver... meio deprimente o único recado da semana caber em 2 sentenças... mas sem mais nada a acrescentar, vamos ao post.

Simbora!


Da preguiça ao conforto

É de total e inquestionável conhecimento de todos de que as pessoas são preguiçosas. Claro que não o tempo todo e nem para tudo, mas há uma série de coisas que fazem com que desistamos de fazer tais coisas pelo simples motivo de "estar longe", "ser difícil", "porque o sofá está macio" e porque "não preciso disso agora". O fato é um só: todos gostamos de coisas que nos fazem engordar, e se essas coisas controlarem a TV, o DVD e os irrigadores do jardim, gostamos ainda mais delas.


Controle remoto

Começando pelo clássico, mal conseguiríamos viver sem os controles remotos nos dias de hoje, aqui em casa, pelas minhas contas, tem uns 5 ou 6. O que eu acho interessante sobre os controles, é que, diferentemente das demais tecnologias, eles foram aumentando de tamanho com o passar do tempo: o controle do videocassete (sim, eu tenho um videocassete) é praticamente metade do controle da TV.

Temos também os controles universais, e aqueles controles fodões, que controlam desde a TV até as cortinas da casa:

Sonho de consumo, mesmo sabendo que dentro de poucos anos será tudo por comando de voz ou sistema integrado de reconhecimento.

Atualmente quase tudo tem um controle remoto, desde sons de carro até video games (digo aqueles para ver filmes e tals, e não o controle própriamente dito), e duvido seriamente que alguém se acostumaria a ter que levantar e girar botões para trocar de canal ou aumentar o volume.


Shampoo 2 em 1

Não, não estou fazendo propaganda.

Sei que as mulheres odeiam tal invenção, mas qualquer pessoa com bom senso (lê-se "homens") reconhece a utilidade e a genialidade contidos nestes frascos, sem falar que gasta menos água e menos energia durante o banho, uma vez que não tem que colocar shampoo, tirar, colocar o condionador e tirar de novo. Shampoo 2 em 1 são o Rolls Royce do mundo capilar, e nem preciso dizer que Rolls Royces são fodas pra caralho.


Torradeira

Igual à minha.

Torradeiras são legais por dois motivos: fazem torradas e fazem as torradas pularem. Claro que você pode fazer torradas no microondas, na frigideira ou na chapa, mas o gosto é diferente, e nenhum deles faz as torradas pularem. Cabe aqui apenas uma consideração, aquelas torradeiras que fazem desenhos nas torradas são uma merda: o desenho ficará queimado e o resto da torrada ficará dura, ou seja, uma blasfêmia contra o bom nome das torradeiras.


Carregadores universais

Num mundo em que praticamente todo eletrônico gasta a bateria em questão de poucas horas, carregadores são quase como milagres. Feliz ou infelizmente, as empresas que fazem celulares, GPS (como é o plural de "GPS"?), tablets e o caralho a quatro ainda não entraram em concordância para unificar a entrada do carregador, logo, somos "obrigados" a ter os carregadores universais... e tem gente que ainda chama de tecnologia "portátil".


Ventilador

Tão foda quanto caro.

Sim, eu sei que ar condicionado já existe faz muito tempo, mas ventiladores são bem mais legais (e, diga-se de passagem, mais ineficientes). Aliás, ventiladores são aquele tipo de invenção tosca e óbvia, ao ponto de ninguém pensar nelas, porra, são placas inclinadas rodando, não dá para ser muito mais simples que isso.


Ferro de passar roupa

Tem um desse aqui em casa, só que preto e sem corrente.

Outra daquelas ideias simples e fodas. Tá certo que era incrivelmente difícil passar roupa naquela época, principalmente se compararmos com os dias de hoje, que nem precisa de ferro para passar roupa: 

Se bem que os ferros ainda são os mais úteis e práticos.


Centrífugas 829461298461984 em 1

Acho que nesta altura do post já deu para notar que eu daria muito dinheiro para a Polishop se tivesse dinheiro para dar, não?

Assim como diz a propaganda, um troço desses substitui praticamente todos os eletro-alguma-coisa da sua conzinha: ele rala, pica (OPA!), corta, fatia, espreme, granula, bate, liquidifica e esfarela qualquer coisa, POIS É O ÚNICO COM 1000 WATS DE POTÊNCIA!!!!! E é Walita, que é tão foda quanto a Brastemp é com geladeiras, e falando de geladeiras...


Geladeira

Outro sonho de consumo: geladeiras de duas portas (que eu não sabia que chamava "side by side"), com os tais de water dispenser e ice maker externos, painel digital e algo que eu não sabia que existia, o home bar, o modelo acima (que apesar de eu ter falado da Brastemp, essa é uma Electrolux) sai pela bagatela de cinco mil reais.

Geladeiras são fodas: permitem guardar coisas por meses (ou até anos) sem ter de usar banha de porco e ainda por cima, quanto melhor for sua geladeira, melhor será sua reputação de cozinheiro, e sejamos sinceros, mulher adora homem que cozinha:

Desculpe, minha cara, geladeiras caras gastam energia.


GPS

Não sei se já falei aqui, mas meu senso de direção é uma merda, não é raro eu me perder, e a coisa só piora se eu estou a pé. Feliz ou infelizmente, tenho GPS no celular, mas como nada na vida é perfeito, às vezes ele teima em me dizer que a rua que eu quero ir não existe. O resumo disso é que a conta do celular costuma vir meio cara se sou obrigado a sair de casa mais que o normal.

E pessoas como eu, que tem o senso de direção de uma mariposa, contam com o GPS, ou como costumo chamar "o mapa dos preguiçosos". O GPS praticamente impede o caos nas ruas, considerando o número de gente ruim de volante neste país e o número de carros em estado de calamidade pública. Mas antes que alguém me acuse de alguma coisa, sim, eu sei ler mapas convencionais (se bem que nem é difícil).


Barbeador

Diferente das mulheres, nós homens somos seres racionais e práticos, o que impede que usemos cera queste para retirar pêlos indesejados, e foi pensando nisso que foi criado o barbeador elétrico. Apesar de serem ligeramente caros, o custo-benefício é ótimo para você (e não para sua depiladora), sem falar que são leves, fáceis de usar e são infinitamente melhores (e mais higiênicos) que giletes... e são bem mais bonitos também.


HD externo

Qualquer um que já tenha lido os arquivos do blog sabe que já tive vários problemas com meus computadores, que com o passar do tempo me garantiu uma pequena montanha de DVDs de backup e uma dor de cabeça à mais para o cara que arrumou o computador. Logo, para solucionar tal caso, nada melhor que um HD externo, pronto para fazer backup de toda sua vida internética (e fode-la, caso pife).


Fones de ouvido

Fones de ouvido já são uma coisa incrivelmente foda, e a coisa só melhora se forem intra auriculares, ou no palavreado leigo "com supressor de ruídos". Não ter que ouvir gente falando, buzina, propagandas e obras é quase que mágica. No final, o intra auricular só perde mesmo para os headphones:


Mas eles não são assim tão práticos, infelizmente.


Grill

Se tem uma coisa que eu gosto é a maldita série de grills do George Foreman. É, pois é.

Grills são realmente úteis (junto com as chapas e aqueles troços "que cabeça uma pizza grande") e complementam muito bem aquela sua Walita 829461298461984 em 1, além de serem mais práticas que um fogão (mas os fogões ainda são mais fodas e bonitos). E depois, só no George Foreman Grill a gordura sai, mas o sabor fica!!!


Máquina de lavar

Sejamos sinceros, essas com a tampa na frente são muito mais legais.

Uma coisa que sempre me impressiona é o preço de máquina de lavar, de geladeira e de fogão. Tá certo que uma da foto acima e uma side by side sejam caras, afinal, são o "top de linha" (tão propaganda dos anos 90 isso) e tudo mais, mas um fogão Dako 4 bocas custar 600 mangos é sacanagem, porra, é quase que primeira necessidade!

Mas enfim, máquinas de lavar são legais por um motivo bem simples: permitem que nós não precisemos usar o tanque, e isso já é uma grande coisa.


Pregador de roupa

Taí, gostei.

Duvido que vocês já tenham parado para pensar no quão genial são os pregadores de roupa, aliás, é outro que é genial ao ponto de ninguém pensar neles. Antes dos pregadores, as roupas eram secadas estendidas em alguma superfície limpa (lê-se "pedras na beira do rio") e mais tarde só era penduradas nos varais: totalmente desnecessário dizer que elas voavam e sujavam tudo de novo. Prentedores de roupa são o segundo melhor exemplo de que genialidade e simplicidade andam juntas.


Cabide

Cabide de madeira: só para roupas chiques.

Eis o primeiro grande exemplo de que genialidade e simplicidade andam juntas. O cabide é, definitivamente, uma das grandes invenções da humanidade, junto com a roda e o teclado em slide nos celulares. Duvido sinceramente que as pessoas conseguiriam guardar suas roupas em gavetas como antigamente, até porque, amassaria tudo, e ficar passando o que você vai usar toda vez é um pé no saco.


Máquina de lavar louça

Apesar de ser uma coisa foda, não me incomodo de lavar louça, mas enxugar é algo que não suporto fazer, porra cara, seca sozinho, pra quê eu preciso enxugar?! Felizmente a máquina faz ambos (menos a daqui de casa que só lava talher e prato - nada de tigela, pote e todo o resto)... e é divertido ver ela lavando as coisas (não perguntem).


Microondas

Odeio microondas que não me deixa ver direito o que está dentro.

O microondas é, provavelmente, o mais versátil de todos os utensílios domésticos: faz as já mencionadas torradas, tem função grill, esquenta, descongela, faz pipoca, prepara arroz e deixa nuggets (e bata frita, bolinho de arroz e pizza) emborrachados. Na falta de um fogão, o microondas é o rei da cozinha, desde que seja aqueles com o botão que gira, e não o que você digita o tempo, que é uma bosta... o único problema dos microondas é o barulho irritante quando ele já terminou de fazer o que quer que estivesse fazendo.


Miojo

Miojo com salsicha: EPIC WIN.

Miojo é, com absoluta, total e irrefutável certeza, uma das 10 melhores invenções jamais inventadas pela humanidade, e o responsável pela salvação de milhões de universitários no mundo todo é esse cara:

Taiwandês, mas morreu no Japão.

Momofuku Ando é o nome dele, e é graças à ele que o mundo é o que é hoje, um mundo em que a fome existe por escolha de quem não está na miséria (e que já passou pela faculdade)... me pergunto qual seria o preço de, sei lá, 850 mil toneladas de miojo... desgraçado come até sopa de cachorro, tempero artificial de galinha não é tão ruim assim e salsicha já é tudo que é resto misturado mesmo. Seja como for, longa vida ao Mestre Momofuku Ando.


Minha conclusão

Cambaaaaaaaaaaaaaddddaaaaa!!!!!!!!! Acabei o post antes das sete da noite!!!!!!!!!!! E para comemorar, vamos à uma música:


Música foda, descobri esses dias.

Enfim, a humanidade, apesar de tudo, sabe melhorar a própria vida, afinal, se não soubesse, não teria sobrevivido. Para bem ou para mal, essas inutilidades facilitam (e muito) a nossa vida, seja lavando pratos seja desligando a TV no tempo programado. Claro que há uma outra infinidade de coisas do tipo, como os relógios de pulso e os próprios talheres (outra vez: simples e genial), mas isso fica para outra hora... uma "parte 2" quem sabe.

Acho que ficou claro que eu adoro essas porcarias, então, para quem também gosta, chequem a já mencionada Polishop, que apesar dos preços absurdos, traz coisas legais para o Brasil e a Multicoisas, que tem muito mais coisas (por que será?) e preços ligeiramente melhores, e, de novo, não estou sendo pago para isso, eu sou realmente um otário disposto a pagar caro por coisas que eu usarei pouco... mas que são legais mesmo assim.

...

Agora que me toquei que aquele shampoo 2 em 1 é shampoo para cavalo.

See ya!
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