domingo, 30 de outubro de 2011

Voltei... ou quase.

Aaaaeeeewwwww cambaaaaaaaaddddaaaaaaaa!!!!!!

Então, faz quase um mês que não há post aqui no blog, e para minha surpresa, as visitas aumentaram em relação à quando eu ainda fazia posts! Não sei se isso é uma comemoração pela "morte" do blog ou um pedido de volta... prefiro pensar que é a primeira.

E se você lê o blog há algum tempo já está pensando que irei colocar uma desculpa idiota e farei um post meia boca, mas você está errado. Pelo menos por agora. 

Faz muito tempo desde o último aviso aqui no blog (mais de um ano!), mas eis que estamos aqui para mais um (ou "uns"):


Posts especiais

Como vocês bem devem saber, todo ano aqui no blog faço dois posts especiais: o de Natal (aqui e aqui) e o de Ano Novo, que é uma retrospectiva (aqui e aqui), e este ano não será diferente: teremos os posts especiais, novos banners e backgrounds comemorativos, neve caindo e tudo aqui que me toma um tempo enorme mas que eu gosto de fazer (mas o que neste blog não me toma um tempo enorme?).


Destino do blog

Uma merda, mas uma merda útil.

Então, obviamente o blog não está num bom momento, e está nessa há muito tempo (desde o começo do ano!). Nesse período que passei (e ainda estou passando) sem postar surgiram várias ideias que quero tentar, tanto ideias para posts como para o blog em si. 

Não quero estragar nenhuma "supresa", mas digo que isso provavelmente significará uma grande mudança aqui no blog, principalmente à partir do ano que vem. Quero dizer, continuarão os posts gigantescos, reclamações inúteis, promessas não cumpridas e tudo aquilo que eu gosto de fazer, mas não apenas isso, já que não sei se terei mais a disponibilidade e o saco para manter o blog como ele está atualmente. Em poucas palavras, o blog ficará mais "leve" e mais fácil de ser feito.

Não sei ainda o que mudará e o quanto mudará, mas o fato é que do jeito que está não fica mais... quem sabe eu não crie vergonha na cara e passo a fazer mais 3 Acordes.


E o gran finale

Não porra, não é o fim do blog.

Há muito tempo tenho a ideia de criar novos blogs: o AQ surgiu (e morreu) assim. A questão é bem simples: faltou tempo, saco e comprometimento, bem como vem faltando aqui e no NFD, e voltando à questão dos novos blogs, "como poderia fazer um blog novo se nem dou conta de um só?". Espero, com as mudanças que falei alí em cima, concertar isso, o que possibilitaria a execução desses novos projetos, e até (quem sabe) dar uma desfibrilada no AQ... enfim, só projetos por enquanto, e talvez alguns até apareçam aqui no blog.


Mas é isso aí cambada, sem mais nenhum aviso à ser dado (e nenhum post), resta apenas prometer que as coisas mudarão em breve... seja para bem ou para mal. E sim, eu sei que foi um "gran finale" de merda.

See ya!!!
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sábado, 8 de outubro de 2011

A maçã mordida

 Aaaaaaaaeeeeeewwwwwwwwww cambaaaaaaaaaaaaaaaddddddaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!

Mais um fim de semana se passou sem post, mas este será diferente. Para início de conversa, o Negão criou vergonha na cara e resolveu (mais ou menos) rescussitar o NFD, que está bem melhor agora, e por dois motivos: o nome do blog *pisca* quando você passa o mouse em cima e teve não um, mas DOIS posts em seguida!!! Porra, cês até podem perder essa chance de ver a primeira (e última) atualização dos próximos 3 meses, mas zoar nos comentários só em Janeiro não terá tanta graça.

O segundo recado é que entre terça e sexta (ontem) o blog bateu record absoluto de visitas, chegando a receber o TRIPLO de visitas que vinha recebido, mas não se desesperem, é sábado e as visitas voltaram ao normal, foi só um perigo passageiro.

E vejam só: o tema do post de hoje também é culpa do Negão!!! Pois é, para variar eu estava sem ideias (ainda estou na verdade, nem sei como farei o post...), requisitei o apoio do garoto e ele prontamente atendeu ao pedido com um tema... diferenciado... o que me faz pensar que ele devia fazer posts mais criativos... mas isso não, importa, o que importa é que o tema está, vocês estão aí e a minha piscina está quente (e por amor à vocês, eu não estou nela). Então, sem mais delongas, ao post.

Simbora!!!


Não sei começar esse post.

Aliás não sei começar um monte de coisas. Não sei por onde começar a costurar um vestido, não sei começar a preparar um molho de lagosta e definitivamente não sei como começar o próximo parágrafo.

...

Tenho um Xperia. Ele está naquela fase difícil da vida, quando está avisando que se cair mais algumas vezes dará PT tanto no aparelho quanto no cartão de memória e que parte da minha vida será deletada do livro chamado "existência"... na real, o que quero provar aqui é que sou um incompetente, um incapaz, e sei que há muitas pessoas que compartilham essa característica comigo. Alguns são ruins nas mesmas coisas que eu, enquanto outros são ruins em coisas que sou bom, e são coisas desse tipo que diferenciam as pessoas umas das outras.

E do mesmo jeito que pessoas são boas e ruins em coisas diferentes, há pessoas que são boas em uma grande quantidade de coisas ou que são realmente boas em uma pequena quantidade de coisas, mas feliz ou infelizmente, esses são tipos raros. O ser humano (quase) sempre procurou por essoas que pudessem mudar as coisas de alguma forma: a roda de Leojóverson, os estudos de Da Vinci, a política de Marx, as obras de Kubrick, a liderança de Gandhi e a inovação de Jobs.

Há 40 anos atrás, os pais achavam que seus filhos ficavam se masturbando por horas trancados em seus quartos (o que era mais bem visto do que escutar rock), mas na verdade e eles estavam enterrados em um monte de peças de calculadoras, máquinas de escrever e partes de computadores de 300 quilos, tentando criar algo que fosse realmente possível ter em casa e que facilitasse a vida de todo mundo. Engana-se quem pensa que Steve, Woz e Wayne foram os primeiros a ter tais ideias, afinal computadores existiam há quase quatro décadas, e era uma ideia um tanto quanto óbvia: diminuir o tamanho e aumentar a capacidade dos computadores (que ainda é um dos principais objetivos nos dias de hoje). Muitos tentaram, alguns conseguiram e poucos tiveram sucesso com essa ideia: Steve e Woz foram alguns deles.

Em questão de poucos anos a Apple foi de um projeto de três pivetes para uma empresa que vale bilhões, sendo conhecida pela qualidade, design e simplicidade de seus produtos, e o mesmo vale para a NeXT e para a Pixar. Claro que Woz, Wayne e milhares de outras pessoas (incluindo Bill Gates) tiveram uma (grande) participação nessa história, mas dentre todos eles, Jobs provavelmente foi o mais bem sucedido, talvez não pelo conhecimento e habilidades práticas (afinal, ele literalmente montou os primeiros computadores da Apple), mas pela forma de pensamento e de encarar os negócios e a vida. Vejam bem, eu uso Windows, gosto dele e tudo mais, mas sou obrigado a admitir que um computador que não pega vírus e que não parece um monte de plástico fundido é algo incrível.

Eu sei que são os logos antigos, não encham o saco.

E não foi só a informática que ele revolucionou, mas também a música, o conceito de "portátil", a telefonia celular e, claro, os tablets. Sem Steve Jobs não teríamos os MP3 players e os netbooks, os smartphones seriam bem mais parecidos com celulares do que com computadores e os tablets, bem, esses praticamente não existiriam. Se hoje eu (e você) estamos aqui, desfrutando da internet e de um "computador pessoal", temos de agradecer à esse cara. Já pensou ter de escrever uma carta à mão para conversar com alguém que está longe? Ou ficar sem ouvir música no celular, dentro do ônibus (COM FONES)? Ou ainda ter de carregar um notebook de 3 quilos caso queira ver um filme?

É claro que as coisas não são e não foram as mil maravilhas: fracassos de vendas, grandes chances de falência, demissão, gerenciamento de uma empresa do porte da Apple e, obviamente os problemas de saúde são coisas que qualquer um que queira crescer como empreendedor deve passar, já que são nos momentos de maior dificuldade que as pessoas mostram quem são, e Jobs mostrou: um líder exemplar, uma ótima pessoa, um profissional incrível... um gênio.

Genial, esse é o adjetivo certo... o cara que botou em prática (com sucesso) o que outros milhares tentaram, que desenvolveu o mercado musical ao ponto de músicas serem compartilhadas por todo o mundo, que popularizou algo que apenas ricos e grandes empresas possuíam e que provou (como muitos outros) que trabalho duro, persistência, sorte e (um pouquinho) de talento fazem a diferênça, merecendo sim o apoio incondicional e incontestável de tantos fãs ao redor do mundo.

A fatídica notícia, que assim como a de Michael Jackson, pegou quase todo mundo de surpresa, serviu para nos lembrar que nada é para sempre, que por mais bem ao mundo que alguém faça, há um limite. É tocante ver os milhões e milhões de recados, pedidos, homenagens, agradecimentos e desejos de felicidade e força para a família, os fãs, mais do que ninguém, reconhecem a importância do trabalho e da vida de Jobs, assim como demonstram os mesmos valores e características que ele (e às vezes até em maior escala): simplicidade, visão de mundo, raciocínio lógico, busca constante pela evolução, perfeccionismo, criatividade, a necessidade do desafio e até mesmo uma certa teimosia, mas ei, ninguém é perfeito.

Quase ninguém.

Steve Jobs fazia parte de um grupo ainda mais raro: os que são realmente bons em muitas coisas. Há muito tempo já era evidente, mas agora é ainda mais claro: não haverá outra pessoa como Steve, pelo menos não tão cedo. Dia 5 o mundo perdeu mais que um bilhonário famoso, perdeu um mestre, um mentor e um ídolo. Todos sabemos (e ele também sabia) que o show não pode parar, que a Apple não pode parar, e agora mais do que nunca, é hora de nos unirmos para seguir o ensinamento que ele, em pessoa, deixou:

E todos podem, se realmente quiserem, ser como ele: com dedicação, estudo (não necessariamente numa faculdade), disposição, vontade e determinação. Ele inventou coisas que mudaram a forma que o mundo vê o mundo, demorou, foi difícil e talvez tenha exigido demais dele, mas é assim que a vida funciona: uma geração vai só até aonde a outra já pode se tornar a responsável da vez, e agora é a nossa vez.

A experiência de uma vida inteira, com amores, boas escolhas, sorte e felicidade, mas também com decepções, problemas, escolhas ruins e dificuldades, que são as coisas que ensinam as lições mais valiosas. Foram 56 anos de dedicação ao que ele acreditava, e boa parte deste tempo foi gasto tentando passar essas lições para as pessoas, desde como ter sucesso profissional até como viver uma vida plena, lições únicas, vindo de alguém único, e tudo isso pode ser seu, por apenas $99 na App Store.

See ya!
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