domingo, 12 de fevereiro de 2012

Uma análise das regatas e shortinhos

 Aaaaaaaaeeeeeeeewwwwww cambaaaaaaaaadddaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!

Sabadão é dia de post, e eis que estou aqui para mais um post, e (milagrosamente) sem nenhum atraso esse ano... ou quase, mas ainda sim nenhum fim de semana ficou sem post... ou quase... enfim, dia de post hoje.

Para manter os bons costumes deste blog de família, vamos com uma boa música:


Interessante essa falta de recados nos últimos tempos... de qualquer jeito, ao post!

Simbora!!!


Antes e depois

Como todos sabemos, o ser humano está em constante evolução. Claro, na maior parte das vezes essa evolução vai para um caminho tão estúpido que poderia ser considerada como um retrocesso, mas ainda sim não há status quo. E feliz ou infelizmente, essa constante mudança não se atém apenas à termos físicos, mas também à sociedade, alterando assim desde apêndices até sistemas de distribuição de camisinhas.

Graças à fatores como a miscigenação e a influência internacional, o Brasil é um excelente alvo para essas mudanças: é relativamente comum dentes com mais raízes do que os livros dizem, bem como é relativamente comum gente de clásse média andando pelo Leblon como se estivesse na França... não que a França seja muito melhor também.

Em suma, este maravilhoso país é uma merda. Sim, isso todos sabemos, mas é realmente impressionante o quanto a galera por aqui tem se esquecido do que é "país tropical", "samba" e "desfilar sem roupa em cima de um carro de isopor colorido". O Brasil é o Brasil, é uma porcaria, e se você não gosta daqui o problema é seu, mas agir como se estivessemos em terras internacionais é foder com o esquema, e isso nunca presta.


Preferência Nacional

Caso você se dê ao trabalho de ir no Google procurar pelo título deste tópico, o que você encontrará são centenas de milhares de dezenas de dúzias de milhões de fotos de bundas. Bundas dos mais diferentes jeitos: arredondadas, empinadas, grandes, pequenas, formato de maçã, formato de pera, caídas, com estrias, sem estrias, photoshopadas, naturais, siliconadas e algumas que poderiam ser usadas de bote salva-vidas. O fato é que o Brasil, ao mesmo tempo que idolatra o futebol idolatra as bundas... ou idolatrava.

Sabe aquela velha e já clássica frase "corpão violão"?

Então, ela resume basicamente o padrão de beleza brasileiro: bunda grande e peitos médios (ou pequenos). Como qualquer um neste país, sou suspeito para falar (com razão), mas as brasileiras são as mulheres mais bonitas do mundo. Coxas groças, panturrilhas firmes, bunda grande, peitos médios, cintura definida, cabelo comprido e pele morena: a mulher perfeita, e para o bem geral da nação, é isso que temos. Você não precisa se esforçar para ver mulher bonita neste país: pegue um ônibus ou ande pelo centro da cidade e ficará satisfeito com a visão oferecida. Acontece que isso esta mudando.

Vejam bem, não tenho nada contra suecas, romenas, canadenses, japonesas (ahhh, as japas...) e nem nenhuma das outras, mas sinceramente, troco os cabelos lisos e as pernas branquelas pelos cabelos ondulados e pernas que eu tenho certeza que não se quebrarão ao levantar. De novo: este é um país de merda, mas que eu gosto, e um dos motivos para eu gostar são as brasileiras... brasileiras do jeito que brasileiras devem ser.


Chenofobia 


Tenho uma vergonha foda dessa merda...

Antes de tudo, sim, eu sei que é com "x", mas é piada interna, e agora que expliquei isso, ao que interessa: É um fato que a grande parte dos países atuais só se formaram graças ao colonialismo, ou seja, sem exploração não haveria Brasil (um tanto quanto atual o tema...). O colonialismo se baseia simplesmente na substituição (e/ou imposição) de um modo de pensar diferente do que se tem no local, com os portugueses e espanhóis fizeram isso e criaram a base do país. Agora, alguns aninhos depois, a coisa acontece, mas de modo diferente: através da geopolítica, economia, moda, consumismo e afins, ou seja, qualquer coisa que possa ser usada como moeda de troca.

Tudo isso para uma conclusão simples: cada vez mais os países, não só o Brasil, se internacionalizam, adotando características de outros lugares no mundo, não só graças à globalização, mas porque fica muito mais fácil não ter guerra se todo mundo escolhe CT.

Acontece que, feliz ou infelizmente, o Brasil é ligeiramente mais influenciável que, digamos, a Itália, já que ela era a dona da bola e o resto da galera não tinha chuteiras. O que se vê no Brasil é a adoção de opiniões, ponto de vista e (principalmente) cultura de outros países, obviamente EUA e Europa... não creio que isso seja considerado preconceito, mas sinceramente acho impossível que as tias do funk adotem a burca por aqui.

Pare para pensar por uns momentos (mesmo sendo difícil para você) e verá a quantidade de coisas gringas por aqui: produtos eletrônicos, carros importados, marcas de roupas, comidas, tipos de móveis, isso só na parte material da coisa, ainda tem costumes adotados, como o halloween e oktoberfest, palavras em outros idiomas que são adicionados ou adaptados, enfim, os exemplos são vários, e o fato de que a grande maioria da população brasileira é descendente de estrangeiros (coisas de duas ou três gerações apenas) só acentua a expansão da coisa.


Claro, por que não?

Toda vez que uma boa ideia surge, é apenas questão de tempo até ela ser estraga. Os carros foram assim, o avião foi assim, o fast food foi assim e definitivamente o blog foi assim, e isso é uma regra que não irá mudar assim tão cedo. No começo era legal que os países (e por consequência, suas culturas) se aproximassem, mas claro, não se divide apenas a salsicha, tem que dividir o pão também (e que metáfora gay).

Basicamente, o Brasil não tinha problemas acerca de religião, política e intolerância para com muitas coisas, mas é claro que não poderia ficar assim: enquanto emprestávamos o Carnaval para gringos que não sambam porra alguma, estes nos emprestaram as disputas religiosas, as CPIs e a ignorância inerente que muitos possuem (sim, me refiro aos Estados Unidos). Sim, é injusto entregar uma festa com mulher pelada e receber pastores extremistas, mas é graças à isso que agora a galera gosta da gente e faz um descontinho nos impostos de exportação.

Além de festas idiotas e costumes toscos (tipo usar casaco de pele), recebemos as modas. Todas elas, desde as modinhas de escola, em que pivetes jogam algum TCG até a moda de grandes desfiles, com roupas que ninguém realmente usam mas que são visualmente agradáveis. E, acreditem, tudo estaria perfeitamente bem se nós, brasileiros não levássemos tudo ao limite.

Já parou para pensar nisso? Absolutamente tudo neste país serve como lona para um circo: sequestro, tiroteio, celebridades bêbadas, campanha contra a dengue, passeata pela maconha, aborto, "letras" de funk, casamentos, meningite, hit de verão, acidente de trânsito, fofoca de Twitter, problema de esgoto... a porra dum relaty show DE MERDA para o país. Tudo é levado como motivo para comoção nacional, independente da real importância, mas ainda sim está estampado em todos os lugares possíveis, e o pior é que nem pra ter uma "lealdade": são os 15 minutos e depois foda-se.

Questões importantes, eventualmente, até entram em pauta, gera-se aquele debate gigantesco por parte de quem não faz ideia do que fala, e isso até que é bom: gera mais interesse pelo assunto e talvez um dentre 190 milhões realmente vá prestar atenção naquilo. Mas claro que nada é assim tão fácil, então essas questões fundamentais são esquecidas em pouco tempo enquanto outras perduram por meses: de que importa se estão comendo seu cu se ao menos você vai gozar?

E isso tudo leva à próxima questão: Por que caralhos as pessoas tem que exagerar em tudo que é adotado? Quero dizer, cantor de axé é reverenciado feito deus por aqui, mas isso nem se compara à alguma moda estúpida que seja internacional. Não sei se a questão é a "grama do vizinho ser mais verde" ou se "é importado então é melhor", mas definitivamente as pessoas são ainda mais burras quando não se trata de algo nacional. 


O "X" marca o local

De novo: ou quase.

Venho, nos últimos tempos, prestando atenção acerca da vestimenta das mulheres atualmente, e por consequência, em suas atitudes e opiniões. E caras, que decadência do caralho. Lembram que falei de evolução alí em cima? Então, eis o caso aqui: de Greymon voltamos para Agumon... centenas de anos desenvolvendo uma raça, e depois toda uma nação, para jogar tudo no vaso e dar descarga... e nem me refiro à coisas assim:

Mas à um tipo muito mais específico, que surgiu pouco tempo atrás, derivando de uma mistura de hipsters, indies, hippies, coloridos e, em alguns casos, grunges e pop-punks:

Malandros, vamos por partes.


Óculos

Eis aqui o que eu chamo, carinhosamente, de "máscara de solda". Essa porra surgiu há uns anos, porque algum estilista, sabe-se lá caralhos porque, achou que seria legal parecer um inseto gigante, e que seria ainda mais incrível que todo mundo achasse isso também. Meus caros, nada que cubra um terço da tua fuça é legal, aliás, a burca é mais legal que essa merda pelo simples fato de que te faz parecer um ninja e não isso:

Aliás, quem foi que disse que armação de óculos cheio das texturas é legal? Porra, onça, zebra, tigre e o caralho à quatro é brega, não é porque você paga 500 reais nessa porra que automaticamente ela fica melhor. E cabe a dica: esta porra de diâmetro de rolha do Atlântico faz seu nariz parecer maior.


Camiseta

Sim, imagem propositalmente escolhida por causa disso.

Caras, nada contra, afinal é uma camiseta normal, mas caralho, por quê? Quero dizer, há centenas de tecidos diferentes, formatos, estilos, costuras e tudo mais, mas tem sempre que ser esta merda. Porra, para manchar isso aí é questão de segundos, essa porcaria estraga se você coloca de qualquer jeito pra lavar, é quente e nem sequer é algo bonito... se está molhada é outra coisa, mas ainda sim não é por mérito da roupa.

E depois, qual essa fixação que as mulheres tem de sempre pegar números menores? Ok, com calça jeans até vai, já que mulher nenhuma admite que tá gorda (quando elas dizem que estão gordas é paranóia), mas porra, se você quer que seus peitos saltem pra fora, bote a porcaria de um espartilho e não use nada por cima, afinal, já que é pra ser tosco, que seja bem feito.

Você notou o maluco com o apito que eu sei.

Não me importa o que você diga: não há porque usar esta porra, a não ser que você tenha decidido pular no Tietê e dar para o primeiro que colar os olhos nos seus peitos. E depois, que aconteceu com aquela coisa toda sobre cor pra valorizar o corpo? Branco engorda a barriga, não os peitos... isso é trabalho para o próximo item. 


Bojo

E é sempre do tipo mais vagabundo.

Já falei sobre bojo aqui, mas não custa lembrar. Bojo é tipo quando de oferecem um Halls mas na verdade é Freegells, é uma maracutaia da mais baixa classe, visando apenas ludibriar o cliente. É uma rasteira, seguida de uppercut, prensada na parede e soco rápido... é tipo escolher o personagem mais apelão do jogo, com código de especial infinito e one-hit-kill.

O pior de tudo, é que graças à regata de merda nem dá pra esconder que tem bojo naquela merda. Sério, a função dessa porra é parecer real, e usar uma roupa de delata imediatamente que seus peitos são falsos não é inteligente, sexy e nem nada disso, é burrice. Pergunte para qualquer homem que não gosta de silicone o porque disso, e ele dirá que a coisa fica muito "plástica", muito surreal, e com bojo é a mesma coisa: todos nós sabemos que peitos não são tão redondos, juntos e perto do seu queixo.


Shorts jeans

Surgiu agora essa moda escrota de usar um shorts tão curto, que a porra do bolso aparece. Cara, de forma bem simples: Não. Simplesmente "não". Essa merda é tão horrível, que faz as micro saias parecerem elegantes:

E essas porras já são horríveis.

Deixem eu lhes dizer o óbvio: estas merdas só existem porque sobre tecido de calça. Sério, isso aí eram calças com defeito, que foram devolvidas ou jogadas fora, aí elas são cortadas, fazem uma barra e botam por um preço absurdo, para que imbecis comprem-nas achando que são absolutamente incríveis. Numa frase só: nem PUTA usa isso.


Camisa

De novo: estamos no Brasil, um país entre trópicos, no qual faz 30 graus na sombra durante o inverno. Você já está de soutien, que toda mulher diz que esquenta (com bojo então...), e uma camiseta, você simplesmente NÃO PRECISA de uma merda duma camisa MASCULINA por cima. Simples assim, você não precisa dela para absolutamente nada: ela irá esquentar e ficar cheia de suor.

Senhoras, mulher com camisa de homem só é legal em uma única situação: na manhã seguinte depois de sexo. E estando apenas com a tal camisa, nada de outras roupas, brincos, pulseiras e o caralho à quatro. E para foder de vez com a situação, é claro que não seria uma camisa de respeito, tem que ser uma xadrez. Aliás, se for de flanela melhor ainda, já que além de ficar quente e suada, ainda fica pesada e fedendo. E eu sei que não se vê muitos homens falando isso, mas ferro de passar existe por uma razão.


Sandália

Apesar de sandálias serem o mais comum, há também a "versão" com as tais "rasteiras", mas na real, é tudo a mesma merda. Como eu já falei, homens gostam de pés e nesse "gostar de pés" estão inclusas duas coisas: pés descalços e saltos altos. Chinelo, sandália, meia, plafarma (A.K.A. bota ortopédica) e todo o resto é dispensável. Vai ficar em casa? Descalça, que faz bem para a saúde. Vai sair? Ótimo, salto alto.

Aliás, cabe aqui uma pequena observação: aprenda a andar de salto alto. Aliás, aprenda a andar, nada de um pé pra cada lado ou outras bizarrices: um pé na frente do outro, com firmeza, e isso significa usar um sapato decente e não ser uma idiota que acha que sabe desfilar.

Mas voltando, saldálias são só mais um jeito de espremer seus dedos por entre tiras de tecido. De verdade, não é legal saber que suas unhas adotaram um tom verde musgo, digno de filme trash de terror. Use tênis, sapato, salto alto, enfim, não pense que sandálias são legais... sandálias, num churrasco, seriam o espetinho de frango, sendo que tem picanha e costela no fogo.


Tralhas diversas

É claro que a coisa não estaria completa sem os "acessórios", que devem ser grandes e brilhantes, para alertar os marginais que tem uma mina de classe média por aí. Não sei se vocês notaram, mas o mais comum aqui é uma corrente, seguida de chapéu e pulseiras: anéis e brincos são standart. Piercing são bônus, bem como colares e tornozeleiras (puta troço inútil do caralho...), e basicamente servirão para a indentificação do corpo após o estupro e morte (não necessariamente nesta ordem).

Além disso, como já virou padrão, uma bolsa gigantesca, capaz de comportar fugitivos da prisão (provavelmente o namorado que estuprou alguém) e que não tenham nada haver com o resto da roupa. Na prática é algo à mais para as mulheres reclamarem, podendo assim entregar para outras pessoas segurarem enquanto elas entra na loja para comprar outra ainda maior. 


Como já dizia Freud, é elementar

Voltando para a questão do "internacional", nenhuma dessas coisas aí em cima foram criadas aqui, absolutamente nenhuma das infelizes que usam essas porras se preocupam com as crianças chinesas que trabalham 16 horas por dia para fazerem tais roupas, e definitivamente todas elas preferem algo que tenha uma marca estampada do lado do que uma que nem tenha etiqueta. Quero dizer, o país é ruim, mas não melhora em nada se a população não procura por isso: poderiam ser criancinhas brasileiras trabalhando 16 horas por dia, ainda é errado, mas pelo menos elas não estarão roubando ou fazendo malabarismo no semáforo.

Roupas são ótimas ideias, bem como óculos de sol, bolsas e sapatos, mas as pessoas insistem em transformar algo simples e eficiente em um monte de tralhas completamente inúteis. Porra, suas bochecas não precisam se proteger de raios UV, suas blusas podem muito bem absorver o suor, suas bolsas podem ter o tamanho certo para carregar o que foram feitas para carregar e definitivamente tênis são muito mais úteis e lógicos caso você queira proteger seu pé.

Por que alguém no Brasil deve adotar uma moda que serve para outro país, se ela é totalmente inútil por aqui? É como andar de turbante na Noruega, você vai chamar a atenção das pessoas, mas dos coiotes e dos ursos-polares também, e eles serão um poquinho menos tolerantes com você.

Sei lá, por que não adotar a aurora boreal ou o IDH, ao invés de adotar uma moda estúpida e passageira, que faz com que pessoas como eu tenham que perder um tempo do caralho para tentar botar um pouco de consciência na cabeça das pessoas? De que me importa se as americanas precisam de bojo (além do silicone) para terem peito? As brasileiras já tem, e são muito mais legais que os importados.


Da análise contemplativa

Como já falei, o Brasil é, provavelmente, o país que mais passou por miscigenação, afinal, por algumas centenas de anos aqui era terra de ninguém, e qualquer um poderia chegar, engravidar outra alguém e assim nasceria um troço que Hitler consideraria pecado. De fato, temos até nomes para as diferentes misturas de etnias, mas depois de um ponto, a zona está tão lotada que simplesmente todo mundo vira "brasileiro" e pronto.

Graças à essas misturas, as lorinhas do norte europeu, os morenos do oriente médio, as japas, os negões e todo o resto, criou-se finalmente o Padrão-Brasil-de-Qualidade-Feminina, que se representa através de um "corpo escultural", e, num bom caso, coroado com uma boa quantidade de cultura nacional. Ou seja, brasileiras são bonitas e gostosas, é isso que o Brasil produz, além de festas folclóricas e jogadores para a Europa, mas preste atenção nisso:

Nosso maravilhoso e adorável padrão de mulher vem sendo substituido por isso: garotas com peito demais, bunda de menos, pernas sem graça, cintura meia boca e com o conhecimento de um amendoim. O nosso padrão, que nas palavras do humilde infeliz que vos fala, sempre foi o melhor, está sendo substituido por um padrão estrangeiro, no qual os peitos são mais importantes que a bunda, e meus caros, isso é um ultraje!

Peitos são incríveis, mas são o número dois. Liga-se mais para o cabelo do que para as pernas, que são, literalmente, 60% do corpo, e também se esquece que "ter cintura" não é ter peito e bunda demais para "dar a impressão". Não me refiro às horríveis mulheres frutas, nem de panicats, funkeiras e nada dessas merdas, mas disso aqui:

E claro, cada mulher é especial de um jeito (que pode ser bom ou ruim), mas ainda sim, "made in Brazil". Acredite, escrever Brasil com "Z" é tão ruim para mim quanto ver que o mais sensacional tipo de corpo feminino do mundo está deixando de existir. As brasileiras estão cada vez mais internacionais, sem cintura definida, com coxas sem graça, peitos inflados à base de polímeros, bundas trabalhadas por personal trainers... tudo artificial e importado.

É tudo na base do 8 ou 80: ou são totalmente retas, no estilo Europeu, ou valorizam demais uma parte só, como nos EUA, e podem ir checar as fotos das garotas acima: todas tem peitos grandes, aumentados pelo bojo, e são totalmente desprovidas de bunda. Cadê as coxas, braços... cadê o que fez das brasileiras as melhores do mundo?

Temos pianos, trombones, tubas, baterias, saxofones, acordeons, xilofones, berimbaus, tambores e até mesmo clarinetes, mas nada de violões. E isso, caso ainda não tenha ficado claro, me preocupa muito... não quero viver num país que copia outros países até em relação às mulheres. Futebol, Carnaval, fogos de artifício e gente com celular no ônibus eu até aguento, mas coisas assim:

 Estão fora de cogitação.

Lembram desse post aqui? Então, ainda é válido. Sinceramente, não quero um Brasil em que todas as mulheres se parecem do mesmo jeito, usem as mesmas coisas e pensem igual, não quero regatas e shorts jeans, não quero 600 ml de silicone em cada peito, só para causar impressão, enquanto o resto é deixado de lado (dependendo do cirurgião, literalmente), e definitivamente não quero um bando de pseudo-moderninhas dizendo o quão "básico" e "fashion" é essa combinação.

Mas enfim, a escolha é sua.

 Toda sua.


Minha conclusão

Cambaaaaaaaaaadddaaaaaaaaa, final de post, já Domingão (são 2:59) e bem, não há muito o que falar... exceto que o post não saiu exatamente como eu esperava... mas isso já é comum por aqui.

Resumão: o padrão de beleza brasileiro, que sempre foi o mais foda, além de ter as mulheres mais bonitas do mundo, simplesmente está indo para o saco, graças às pessoas acharem que divertido é ser igual todo mundo, não ter bunda e que peitos são a melhor parte do corpo feminino. Para juntar, coloque a falta de cultura, a incapacidade de valorização do (já pouco) que temos em terras tupiniquins e a fixação estúpida em achar que absolutamente tudo que qualquer gringo empurra sua garganta à baixo, e terá o motivo pelo qual as brasileiras estão ficando mais... feias.

Caras, sei que este é um blog de merda, recheado com putaria (não naquele sentido... na maioria das vezes), ironia, reclamações e tudo que puder se dizer de ruim, mas a coisa está realmente ruim. Se as coisas continuarem como estão, em alguns anos teremos apenas garotas sem graça, magricelas, usando roupas feias e sem graças e que acharão sensacional obrigar todo mundo à olhar para dois balões de plástico que elas chamarão de peito.



Tipo isso.

 Apesar de parecer o contrário no decorrer do post, a variedade é excelente, e obviamente que não há mulher perfeita: as brasileiras são as melhores, mas ainda estão no 9,9... só espero que essa "internacionalização" não mate de vez o que a natureza levou milhares de anos para aperfeiçoar, porque aí, meus caros, quando não houver mais nenhuma representante da mulher brasileira, apenas cópias de britânicas, tchecas, canadenses, mexicanas, suecas, australianas, sul africanas e croatas, seremos obrigado à dizer que as melhores do mundo serão as argentinas, e ninguém quer isso.

See ya!
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